Pequise sobre as Operações CRUZEX III, IV, V e VII
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

F-16 dos Estados Unidos X F-16 do Chile

Os Estados Unidos mandou, como seu representante para a CRUZEX a ANG (Guarda Aérea Nacional), sendo esta representada pelo 120º Esquadrão de Caça da 140ª Ala, do Estado do Colorado, que é dotada de caças F-16 Bloc 30. Todos pensavam que viriam caças mais modernos da USAF, ou até caças FA-18EF (Super Hornet).
FOTO:  Sd Silva Lopes   -   FAB

O Chile veio com sua primeira linha de F-16, os Bloc 50:
 FOTO:  Sgt Johnson Barros   -   FAB

Além das diferenças visíveis (o bloc 50 possui uma saliência entre a cabine (que neste caso  é dupla), que vai até o leme da cauda, enquanto o bloc 30 não a possui e sua cabine é simples, para o piloto), Segundo o site www.wikipedia.org ambos são F-16C/D mas com algumas diferenças. Conheça-as:

F-16 C/D

Block 30/32 - Entrou em serviço em 1987, foi o primeiro F-16 a possibilitar a opção entre turbinas General Eletric ou Pratt & Whitney. Os Blocks terminados em '0' são impulsionados pela GE, os blocos terminados em '2' são impulsionados pela Pratt & Whitney. Podem usar os mísseis AGM-45 Shrike e AGM-88 HARM. Foi significativamente atualizado pela adição do GPS/INS (guiamento por GPS) e pelo uso do casulo LITENING (guiamento por laser) que permitem o uso de bombas guiadas como a JDAM e a Paveway. Essa modificação é conhecida como F-16C++.

Block 40/42 - Entrou em serviço em 1988, tem a capacidade de ataque em qualquer tempo aumentada com o casulo LANTIRN, por isso chamados de Night Falcons.

Block 50/52 - Com as primeiras entregas em 1991; a aeronave é equipada com GPS/INS atualizado. Pode disparar mísseis e bombas avançados.

Block 50/52 Plus - Esta versão recebeu aviônivos atualizados como o decodificador ALE-50 e provisão para tanques conformais. Estas versões, e a Block 60, são as versões atualmente oferecidas pela Lockheed nas concorrências e que foram pedidos pelo Chile, Singapura, Paquistão, Polônia e Grécia. Também está em estudos por Taiwan e Índia.

Aguardem novos posts.


"O QUE IMPORTA É O PACOTE TECNOLÓGICO"

COLETIVA DO MINISTRO DA DEFESA, NELSON JOBIM, 
NA BASE AÉREA DE NATAL - BANT

Diversos repórteres insistiram em perguntas que forçavam o Ministro a falar sobre o FX-2 e o que se obtinha como resposta era "o que importa é o pacote tecnológico", falando de forma explicita que o que vai decidir o caça vencedor será a Transferência de Tecnologia, independente de preferências.

"A decisão será tomada ainda este ano, após nosso Presidente conversar com a Presidente Eleita. Aí então, Lula informará qual caça será o vencedor."Falou o Ministro Nelson Jobim.

O local da entrevista foi um angar da BANT, onde foram colocados um exemplar de cada avião de cada Nação participante da CRUZEX 2010.
Além do Ministro estavam no local o Comandante da Aeronáutica, Brigadeiro Juniti Saito, repórteres de todas as mídias, Oficiais da FAB, os Pilotos e os Mecânicos de cada aeronave. Confira:
Fotos exclusivas deste Blog.

Jobim não anuncia resultado do FX-2 em Natal

Qui, 18 de Novembro de 2010, às 16:17h

Imagem
O Ministro da Defesa Nelson Jobim, na presença do Comandante da Aeronáutica, Brig Juniti Saito, manteve o clima de suspense dizendo que caberá unicamente ao Presidente Lula e à Presidente eleita Dilma Rousseff anunciarem, antes do final do ano, qual dos três concorrentes foi escolhido pelo Brasil para ser o novo caça da FAB. Ele falou à imprensa em coletiva, realizada no exercício Cruzex V, na Base Aérea de Natal.

O francês Rafale, o sueco Gripen NG e o americano F-18E/F, são os três modelos de avião de caça que pretendem se tornar o único supersônico da Força Aérea Brasileira pelos próximos 20 anos. Respondendo a uma pergunta do representante de ALIDE, Geovanne Pinheiro, Jobim explicou que embora atualmente o Brasil tenha aspirações geopolíticas do porte de seus colegas de BRICs as Forças Aéreas de Rússia, China e Índia não devem se fazer presentes nas próximas Cruzex por este ser um exercício voltado para os países do entorno estratégico do Brasil na América do Sul. Segundo ele a presença francesa só se justifica devido a existência da Guiana Francesa no nosso continente. Ele não pretendeu explicar a presença das Força Aérea Americana neste evento.

Escrito por Felipe Salles
Fonte: ALIDE

Mais detalhes da Coletiva do Ministro da Defesa virão nos próximos posts, aguardem!

VÍDEO: Nas asas da CRUZEX - CHILE

 
FONTE: CRUZEX - FAB

Afinal, quem são esses pilotos?!

Na CRUZEX V, cada voo da Coalizão na região batizada de País Vermelho precisa enfrentar uma ameaça constante: os caças que fazem o papel da força hostil. São nove aviões de combate que, apesar de estarem em menor número, são suficientes para atingir bons resultados e gerar em Natal a curiosidade sobre quem seriam aqueles pilotos. 
Finalmente, os integrantes do 1° Grupo de Aviação de Caça (1° GAVCA) romperam o silêncio e falaram sobre a participação deles na CRUZEX V. Para manter a identidade do grupo em sigilo, pediram para não ser fotografados, mas autorizaram imagens dos seus F-5EM, caças de origem americana recentemente modernizados no Brasil.
Durante todo o exercício, a unidade está baseada em Fortaleza (CE), onde também tem o apoio de um KC-130 do 1°/1° Grupo de Transporte para multiplicar o alcance dos caças F-5EM. Na entrevista abaixo, os pilotos revelam os objetivos da unidade na CRUZEX V. Confira:
Qual a missão que desempenham como integrantes do País Vermelho?
Cumprir a função de força oponente, a fim de proporcionar treinamento para a Defesa Aérea da Coalizão Internacional, sediada em Natal.
 
Quais são as expectativas do Esquadrão para a quinta edição da CRUZEX?
A expectativa do 1° Grupo de Aviação de Caça é ser um oponente que dificulte ao máximo as missões da Coalizão, voando dentro dos padrões de segurança e demonstrando nossa capacidade operacional.
Onde serão desenvolvidos os "ataques"?
O 1°Grupo de Aviação de Caça não realizará missões de ataque. Faremos combate aéreo simulado contra as aeronaves da Coalizão Internacional, em distâncias entre 180 km e 450 km de Fortaleza.
O 1° GAVCA sente-se preparado para, literalmente, vencer o País Azul?
O objetivo do 1°GAVCA é consolidar as táticas e técnicas de combate a fim de manter o estado de prontidão desejado pela Força Aérea Brasileira.
Há quanto tempo vocês estão se preparando para a CRUZEX V?
O Programa de Treinamento prioriza a manutenção da capacidade operacional em missões com o mesmo perfil da CRUZEX. Então, assim que termina um exercício, consolidamos os ensinamentos e atualizamos a forma de emprego de nossas aeronaves, a fim de estarmos sempre prontos para entrar em operação.
Em 2008, os Esquadrões de Caça Pampa e Centauro participaram da CRUZEX IV como integrantes do País Vermelho. Qual o motivo do 1°GAVCA ter sido escolhido nesta oportunidade para representar o "inimigo"?
A experiência adquirida é diferente ao participar do Exercício Operacional CRUZEX como inimigo. O revezamento das unidades aéreas nesse papel proporciona oportunidade para que o aprimoramento seja equilibrado em toda a Aviação de Caça da FAB.













Unidade tem importância histórica para o Brasil
Conhecido por seu grito de Guerra, “Senta a Pua!”, o 1° Grupo de Aviação de Caça foi criado em plena II Guerra Mundial e foi enviado à Itália para apoiar as tropas brasileiras e aliadas. Com os caças P-47 Thunderbold, os pilotos brasileiros se notabilizaram pelas missões de ataque e a persistência em combate. Somente no dia 22 de abril de 1945, o Esquadrão realizou 44 saídas de combate. A data até hoje é celebrada no Brasil como o Dia da Aviação de Caça.


CRUZEX V - A GUERRA É SIMULADA. O TREINAMENTO É REAL.

Fotos: Cb Edilberto Rocha / Força Aérea Brasileira