Experiência e emoção: Old Eagle Day
“É uma emoção muito grande estar de volta no mesmo lugar onde eu comecei a minha vida de piloto de caça”, disse o Tenente-Brigadeiro-do-Ar Ivan da Frota. Piloto de P-47, o primeiro caça da FAB, ele diz que se mantêm informado e está muito feliz com a evolução da Força Aérea. “É lógico que a gente tira a farda, mas continua acompanhando os avanços tecnológicos”, explicou.
Separados em quatro esquadrilhas, Paus, Copas, Espadas e Ouros, as velhas águas visitaram a Direção do Exercício e a Força Aérea Componente, onde puderam conhecer toda a organização da CRUZEX V e a interação da Força Aérea Brasileira com militares de outros países.
Uma das presenças ilustres era a do Tenente-Brigadeiro-do-Ar Carlos de Almeida Baptista, Comandante da Aeronáutica em 2002, quando foi realizada a primeira CRUZEX. Ele conta que uma das decisões mais acertadas que tomou, na época, foi aceitar o pedido do hoje Tenente-Brigadeiro-do-Ar Gilberto Antônio Saboya Burnier para realizar o exercício. “Na mão dele e de quem estava no COMGAR (Comando-Geral de Operações Aéreas) naquele momento estava toda a nossa confiança que nós estávamos inaugurando uma nova atitude operacional na Força Aérea Brasileira. E foi o que aconteceu”, afirmou.
O ponto alto do encontro foi a visita às unidades aéreas e às aeronaves na linha de voo. Foi a oportunidade das velhas águias lembrarem do passado, e, sobretudo, constatarem que ajudaram a construir a Força Aérea Brasileira de hoje.
CRUZEX V - A GUERRA É SIMULADA. O TREINAMENTO É REAL.
Separados em quatro esquadrilhas, Paus, Copas, Espadas e Ouros, as velhas águas visitaram a Direção do Exercício e a Força Aérea Componente, onde puderam conhecer toda a organização da CRUZEX V e a interação da Força Aérea Brasileira com militares de outros países.
Uma das presenças ilustres era a do Tenente-Brigadeiro-do-Ar Carlos de Almeida Baptista, Comandante da Aeronáutica em 2002, quando foi realizada a primeira CRUZEX. Ele conta que uma das decisões mais acertadas que tomou, na época, foi aceitar o pedido do hoje Tenente-Brigadeiro-do-Ar Gilberto Antônio Saboya Burnier para realizar o exercício. “Na mão dele e de quem estava no COMGAR (Comando-Geral de Operações Aéreas) naquele momento estava toda a nossa confiança que nós estávamos inaugurando uma nova atitude operacional na Força Aérea Brasileira. E foi o que aconteceu”, afirmou.
O ponto alto do encontro foi a visita às unidades aéreas e às aeronaves na linha de voo. Foi a oportunidade das velhas águias lembrarem do passado, e, sobretudo, constatarem que ajudaram a construir a Força Aérea Brasileira de hoje.
CRUZEX V - A GUERRA É SIMULADA. O TREINAMENTO É REAL.
Fotos: Sgt. Johnson Barros e S1 Hérique Trajano / Força Aérea Brasileira
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