Pequise sobre as Operações CRUZEX III, IV, V e VII
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O QUE É A CRUZEX (EM IMAGENS)

Para complementar o texto da página do nosso blog "O que é a CRUZEX", estamos trazendo as imagens (diagramas) contendo todos os dados dos participantes. Vale a pena clicar nas imagens e velas em tamanho real.
A NAÇÃO AGRESSORA
AS NAÇÕES QUE COMPÕEM A COALIZÃO
DISTRIBUIÇÃO DOS MEIOS DA COALIZÃO
O MAPA DA GUERRA
FONTE E IMAGENS:  JORNAL DA CRUZEX EM www.slideshare.net/cruzex5

Ministro da Defesa do Brasil visita CRUZEX V

FOTO:  (c) FAB

O Ministro da Defesa, Nelson Jobim, estará presente no exercício CRUZEX V no dia 18/11 (QUINTA), e receberá a imprensa para uma coletiva às 15h30, horário local, nas instalações da Base Aérea de Natal.

Fonte: CRUZEX V - FAB

ELES NÃO QUEREM DECOLAR

Segurança é uma palavra de ordem em toda o exercício CRUZEX V, mas, se algo der errado, a Força Aérea Brasileira está prevenida. Em Mossoró (RN), equipes de busca e resgate estão prontas para qualquer acionamento. Mas eles não querem decolar. Quem explica é o Tenente-Coronel Alexandre Anselmo, comandante do 3°/8° GAV, o Esquadrão Puma. “Se a gente decolar, é porque a vida de alguém está em risco”, diz.

Além do 3°/8° GAV, que levou para Mossoró um helicóptero H-34 Super Puma, o 2°/10° GAV, Esquadrão Pelicano, está no local com um avião SC-105 Amazonas. O Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS), conhecido como PARA-SAR, também levou militares para Mossoró. Essas unidades têm a experiência de centenas de missões de busca e resgate, como nos acidentes da Gol (2006) e AirFrance (2009).
Como Mossoró está no centro do cenário fictício criado para a CRUZEX V, a cidade foi escolhida para manter o alerta de busca e resgate. “Do nascer ao pôr do sol nós estamos aqui prontos para atender ao exercício. E, mesmo durante toda a noite, podemos ser acionados com grande rapidez”, acrescenta o Tenente-Coronel Anselmo. Além disso, estes esquadrões, a partir de suas bases em Campo Grande (MS) e no Rio de Janeiro, também mantêm equipes em alerta 24 horas para atender qualquer ocorrência em todo o território nacional.

CRUZEX V - A GUERRA É SIMULADA. O TREINAMENTO É REAL.
















 
Foto: Tenente-Coronel Alexandre Anselmo / Força Aérea Brasileira
Fonte: CRUZEX V - FAB 

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A CRUZEX DOS HELICÓPTEROS

Conforme foi informado pela CRUZEX (press@cruzex.aer.mil.br) "Nesta CRUZEX V participam 3 H-60 Blackhawk, baseados em Campina Grande (PB). Estes helicópteros cumprem missões simuladas de resgate em combate (C-SAR). Também participa um UH-14 Super Puma da Marinha do Brasil. Em Mossoró (RN) e Natal (RN), temos um H-34 Super Puma e um H-1H, respectivamente, em alerta SAR."
Nós separamos para as fotos de cada um destes helicóptero:

H-60 Blackhawk
 
Foto AirSpeed   -   Airliners.net

UH-14 Super Puma da Marinha
 
Foto Rob Schleiffert    -    Airliners.net
 FOTO EXCLUSIVA do cruzex2010.blogspot.com: UH-14 (prefixo N-7070) da Marinha sobre-voando Parnamirim/RN  em direção a BANT, ontem por volta das 15:30h.
 
 H-34 Super Puma
Foto AirSpeed   -   Airliners.net
 H-1H IROQUIS
 
Foto Marcelo Castilhos de Oliveira   -   Airliners.net

Cruzex2010.Blogspot.com, sempre complementando a notícia.

CRUZEX V tem participação inédita de aeronave da Marinha do Brasil

A Operação CRUZEX V conta pela primeira vez com a participação de uma aeronave da Marinha do Brasil. Na cidade de Campina Grande (PB), onde estão alocados três helicópteros Black Hawk do 7°/8° Grupo de Aviação, Esquadrão Hárpia, da Força Aérea Brasileira, há também o helicóptero naval UH-14 Super Puma, do Segundo Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2). A aeronave é utilizada para o transporte de tropas (fuzileiros navais) e de carga externa, operações especiais e resgate SAR. No contexto do exercício operacional, os helicópteros formam uma unidade militar desdobrada que fica de sobreaviso para cumprirem a missão de busca e resgate em combate de pilotos e tripulantes ejetados e/ou abatidos em voo.

O Chefe de Operações do Segundo Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral HU-2 e Encarregado do Destacamento Aéreo Embarcado, Capitão-de-Corveta Hélcio Blacker Espozel Júnior, explica que participar pela primeira vez de uma manobra militar do porte da CRUZEX, com o emprego real do meio aéreo, é fundamental para aprimorar a operacionalidade de seu Esquadrão, estreitar laços doutrinários e operacionais com a Força Aérea Brasileira, além de entrosar equipes e equipagens para o combate.

“Embora a Marinha do Brasil participe com diversos observadores em vários setores da operação CRUZEX, nós do HU-2 somos o único meio aéreo realmente empregado no exercício, para realizar as missões de CSAR (Combat Search and Rescue), doutrina altamente desenvolvida pelo 7°/8° GAv, o mais experiente Esquadrão de CSAR do País. Isto possibilita um ganho operacional e de experiência sem igual, ainda mais com a postura da FAB de dividir conhecimento e nos participar de todas as fases de concepção, preparação e emprego nas missões. Com toda certeza, além de nós da Marinha do Brasil, todo o País ganha com a interoperabilidade aqui exercida”, ressalta Capitão-de-Corveta Espozel.

Uma das grandes dificuldades aprimorada pelo Exercício são as comunicações. Toda a diferença cultural entre Marinha e Aeronáutica se traduz num conjunto de palavras e fraseologias diferentes que devem ser balizadas para que as equipes possam interagir e cooperar no cumprimento das missões, já que uma aeronave é fundamental para a segurança da outra. Só para se ter uma idéia, se durante o check das aeronaves alguém pedir para fechar a tampa do motor, o mecânico da Marinha dirá: “Na virada, verifique a capuxana”. Pela Aeronáutica será: “No pré-voo quente, verifique a carenagem”. Desta forma, para que todos pudessem se entender e falar a mesma língua, foi feito um briefing de quase duas horas para definir fraseologias e procedimentos no solo e no ar.

Para o Tenente-Coronel Aviador Marcelo Fornasiari Rivero, Comandante do 7°/8° Grupo de Aviação (GAv), a operação CRUZEX V foi mais uma oportunidade para o Esquadrão colocar em prática a doutrina de CSAR em um ambiente bastante próximo do real. “Participar novamente de uma operação do porte da CRUZEX V representa um salto operacional para o esquadrão e uma experiência ímpar para todos os tripulantes. O 7°/8°, como de praxe, preparou-se bastante para esse exercício. Desde o início do ano, foram intensificadas as instruções teóricas e práticas para as equipagens, de modo a permitir o máximo aproveitamento por parte de todos os militares envolvidos e aumentar a eficácia de suas operações”.

Além disso, o Comandante do 7°/8° GAv ressaltou a importância de trabalhar em conjunto com uma Unidade Operacional da Marinha do Brasil: “operar neste cenário tático em conjunto com outro esquadrão altamente operacional, como o HU-2 da Marinha do Brasil, foi um grande privilégio para o nosso esquadrão. Independente de termos mais vivência no tipo de missão executada, a capacidade operacional das tripulações da Marinha trouxe uma nova perspectiva ao planejamento e à condução das operações aéreas. A troca de experiências tem sido extremamente valiosa”, ressalta.

Além do trabalho em parceria com a Marinha do Brasil, destaca-se a estreita coordenação com os militares do Grupo de Comunicações e Controle (GCC), do Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Recife (BINFAE-RF) e de todas as demais Organizações Militares que dão suporte às operações aéreas e o perfeito enlace das atividades do contingente de Campina Grande com a Direção do Exercício CRUZEX V.

CRUZEX V.  A Guerra é simulada.  O treinamento é real.