Pequise sobre as Operações CRUZEX III, IV, V e VII
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Mudança na Organização do Blog

Caros Amigos,
Estamos modificando a estrutura do Blog para facilitar a pesquisa.
A Página "VÍDEO OFICIAL DA CRUZEX" vai passar a ser um post, e a "Wallpapers" vai ser apagada. Estas mudanças visão abrir espaço para a criação da página "FOTOS DAS CRUZEX 2008 e 2010", onde os senhores terão acesso, pelo Flicker, a todos os wallpapers que criei para as edições 4 e 5 da Operação Cruzeiro do Sul, bem como das fotos que bati.
Informo aos senhores que minhas fotos, Geovanne Pinheiro, são de "Domínio Público" (elas não tem assinatura nem marca d'água), usem como se fosse de vocês; às do fotografo Canindé Soares e as montagens com fotos minhas e da FAB podem ser usadas como quiserem, mas tem de ser mantidos os créditos contidos nas mesmas; recomendo que as fotos de outros fotógrafos sejam usadas apenas como papel de parede, caso as usem em trabalhos diversos não esqueçam de citar a o fotografo! 

Espero que estas mudanças melhorem as consultas dos senhores.
Geovanne Pinheiro

Vídeo Oficial da CRUZEX 2010

ESTE VÍDEO MERECE UMA PÁGINA EXCLUSIVA!
Fonte: CRUZEX / FAB

domingo, 28 de novembro de 2010

RESUMO OFICIAL DA FAB

CRUZEX V: 950 decolagens e 1.200 horas de vôo
 

Silêncio no céu do Nordeste. Após mais de 20 dias, a CRUZEX V chega ao fim, depois de reunir caças e militares do Brasil, Chile, França, Estados Unidos e Uruguai. Terminou o conflito simulado que transformou o sertão em palco do maior exercício de guerra aérea simulada da América do Sul.

Foram quase 950 decolagens e cerca de 1.200 horas de voo. Natal, Fortaleza, Recife e Campina Grande receberam as aeronaves subordinadas por um só sistema de Comunicação e Controle que mostrou a capacidade brasileira de realizar grandes manobras militares. Foram quase 100 aviões e helicópteros envolvidos em missões complexas como o Combat-SAR e o combate aéreo além do alcance visual.

Na história fictícia criada como pano de fundo para as ações, a força de Coalizão conseguiu conquistar a superioridade aérea e as aeronaves apoiaram a invasão terrestre simulada. Com a operação "Yellow Free", as tropas vermelhas recuaram.

Mas essa não é a principal vitória na CRUZEX V. Os principais ganhos do Exercício acontecem no mundo real. Saem vitoriosos todas as forças aéreas que puderam compartilhar seus conhecimentos e aprender cada vez mais. Ganha também a amizade entre os países.

A capacidade de operar como uma Força de Coalizão nos moldes dos últimos conflitos internacionais demonstra também o potencial dos país envolvidos. O treinamento real permitiu que todos aperfeiçoassem ao máximo a qualidade de planejamento de emprego do poder aéreo.

Os mais de três mil militares participantes, do piloto de caça ao cozinheiro, tiveram a oportunidade de testarem o limite da capacidade de cumprirem suas missões. E, pelo que vimos, o êxito foi alcançado em cada uma delas.

Nos aeroportos, especialmente o da cidade de Natal, a CRUZEX V significou tão somente a oportunidade de ver em solo brasileiro a presença de aeronaves estrangeiras como o Rafale, F-16 e A-37. Graças ao sistema integrado de defesa e controle do espaço aéreo, o exercício não provocou atrasos para a aviação comercial.

O cidadão brasileiro também é vencedor. Pela TV, rádio e jornais, e também por meio de veículos de comunicação mais modernos, como o Twitter e o Youtube, foi possível acompanhar de perto o profissionalismo e dedicação da Força Aérea Brasileira. Tudo com o único objetivo de fortalecer a capacidade de proteger o espaço aéreo brasileiro. É por isso que, apesar da guerra ser simulada, a vitória da CRUZEX V foi real.
 
Fonte: CECOMSAER / FAB em 27/11/2010 - 19h42
Foto: Silva Lopes
Fotomontagem: Geovanne Pinheiro

terça-feira, 23 de novembro de 2010

ENCERRAMENTO DA COBERTURA

Caros amigos, blogueiros e jornalistas que acompanharão em algum momento este blog, venho informar que estamos encerrando a nossa cobertura da CRUZEX V. Sabendo da curiosidade geral sobre os resultados da Operação Cruzeiro do Sul, versão 2010, informo que todas novidades podem ser acompanhadas pelo Site da Alide (www.alide.com.br) e pelo FÓRUM BASE MILITAR, que pode ser acessado clicando na imagem abaixo:



Este Blog não vai ser tirado do ar pois eu senti falta, ano passado, de informações da CRUZEX IV,  para me preparar para a versão 2010, pois nada de oficial tinha na internet (pelo menos até o Google, proprietário do Blogspot resolver tirá-lo).
Portanto fica uma pequena fonte de consulta para os entusiastas do assunto.
Para quem adora fotos, ficam os wallpapers, normais e as foto-montagens que criei. Para encerrar montei mais um papel de parede, este com dois modelos para você escolher:
          
A todos meu muito obrigado pela atenção e até a próxima CRUZEX (e que seja aqui em Natal). Um abraço no coração e até mais.

 

Geovanne Pinheiro
geovanne.pinheiro@gmail.com

PS: Até agora 2.621 visitantes. Além de minhas expectativas!!!


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Um Gigante Norte Americano na CRUZEX 2010

Boeing C-17 Globemaster III da USAF
C17virginia.jpg 
Foto e Fonte: Wikipedia.pt
Tipo Transporte aéreo tático
Fabricante Flag of the United States.svg McDonnell Douglas/Boeing
Primeiro vôo 15 de setembro de 1991
Capacidade 102 (tropas) passageiros
Comprimento 53,03 metros
Envergadura 51,74 metros
Altura 16,79 metros
Velocidade máxima 830 km/h
Altura máxima de vôo 13.700 metros
Peso máx. decolagem 265.000 kg

Este foi o Avião utilizado pelos Norte Americanos para o transporte de toda a logística necessária para o vôo dos seus F-16 na CRUZEX 2010.
 Foto: Tim de Groot - AirTeamImages        -      Airliners.com
Fotos: Wikipedia.pt

O Boeing C-17 Globemaster III apresenta uma característica muito interessante: o trem de pouso. A imagem ao lado mostra perfeitamente como é o trem de pouso desse avião. A primeira coisa a ser notada é o fato de as portas do mesmo permanecerem abertas enquanto ele está abaixado. Isso, é estranho, pois a maioria dos aviões desse porte tem um mecanismo que permite essas portas serem fechadas com trem de pouso estendido. Além disso, o trem de pouso traseiro é formado por dois pares de rodas principais. Porém, do lado de cada roda "interna" existe uma outra roda, em posição um pouco elevada, voltada para o centro da aeronave. O trem de pouso frontal é simples, isto é, duplo. É difícil ver um avião desse porte ter apenas uma roda, mesmo no trem de pouso frontal.
Outra característica interessante sobre o modelo é a sua capacidade de abrir a porta do compartimento de carga, em pleno vôo, mesmo sem a adição de uma segunda fuselagem. Alguns aviões que possuem essa capacidade, como o C-5 Galaxy ou Antonov An-124 precisam de uma segunda fuselagem para dar a resistência estrutural que a aeronave precisa para abrir a porta traseira do compartimento de carga em pleno vôo. (Veja as páginas dos C-5 Galaxy ou do Antonov An-124 para saber a razão da necessidade dessa segunda fuselagem.) Além disso, os aviões supracitados possuem duas portas que dão acesso ao compartimento de carga, uma de proa (frontal) e outra de popa (traseira). O Globemaster III, por sua vez, possui apenas a porta de popa. Entretanto, essas portas que mencionamos são acessos para carga. Existem várias outras destinadas a permitir que humanos entrem e saim do Globemaster. Aliás, o Globemaster tem duas portas de popa, uma de cada lado, que podem ser abertas em pleno vôo, para a liberação de soldados paraquedistas que também podem ser apertas no ar.
FONTE: Wikipedia.pt
 Foto: Andras Brandligt   -   Airliners.net