Pequise sobre as Operações CRUZEX III, IV, V e VII
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quarta-feira, 14 de março de 2018

FAB: HAVERÁ CRUZEX EM 2018 !!!

Reunião apresenta diretrizes para a Cruzex Flight 2018


O Exercício Operacional ocorrerá em Natal entre os dias 18 e 30 de novembro


A conferência inicial de planejamento - Inicial Planning Conference (IPC) - para o exercício Cruzex Flight 2018 ocorreu de 5 a 9 de março na Ala 10, em Natal (RN), com a presença de representantes das Forças Aéreas de 13 países: Suécia, Argentina, Portugal, Peru, Canadá, Colômbia, Chile, Equador, França, Uruguai, Inglaterra e Estados Unidos. O objetivo foi promover a interação entre as nações participantes, apresentar o planejamento inicial e que cada representante das delegações estrangeiras trouxesse suas demandas operacionais e de suporte. O Exercício Operacional ocorrerá em Natal, entre os dias 18 e 30 de novembro deste ano. Foram convidadas as Forças Aéreas de 21 países que poderão participar ativamente ou estarão presentes apenas como observadores.

No discurso de abertura, o Comandante da Ala 10, Brigadeiro do Ar Luiz Guilherme Silveira de Medeiros, destacou que a maior importância de realizar o exercício é a capacitação operacional entre as nações participantes. “No exercício da Cruzex, existe uma troca de competências operacionais, que além de estreitar os laços entre os países, possibilita agregar conhecimentos de outras nações mais experientes no tipo de operação que queremos aprimorar, tornando a execução de missões futuras cada vez mais eficientes”, ressaltou.



Para o Major Aviador Eric Willrich, representante da Força Aérea do Canadá, a participação e a integração entre as nações na Cruzex é o foco principal. “É uma obrigação nossa e de cada país participar deste evento, desde seu planejamento até o exercício final, uma vez que a interação entre os países e as pessoas se faz necessária para que possamos operar eficientemente e com segurança. A Cruzex nos proporciona um maior conhecimento operacional dos outros países e em futuras missões de paz poderemos atuar com uma maior integração", especificou.


A próxima reunião com a participação das delegações estrangeiras, denominada Final Planning Conference (FPC), ocorrerá em agosto, quando serão apresentados os resultados de todas as demandas requeridas na IPC, além da exposição de todo o cenário operacional do exercício.



Cruzex Flight 2018


A Cruzex 2018 terá o chamado formato flight, em que o objetivo é o adestramento dos Esquadrões Aéreos em voo, com a mínima utilização da estrutura e dos sistemas de Comando e Controle. Pretende-se também manter a atualização das táticas, técnicas e procedimentos em missões aéreas compostas para os cenários de guerra convencionais, em que Forças Aéreas de diferentes países operam em conjunto.


Outro objetivo é incluir parte do adestramento em missões que permeiem o cenário de conflitos de guerra irregular, como as missões de paz da ONU, além de valorizar e estreitar as relações da FAB com as Forças Aéreas de Nações Amigas.


Fonte e fotos: FAB/Ala 10

Edição: Agência Força Aérea, por Tenente João Elias - Revisão: Major Alle
Publicado: 12/03/2018 14:00h

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

AGORA SÓ EM 2016

Caros leitores e spotters, como não mais surgirão notícias sobre o CRUZEX, inclusive sobre os aguardados abates, encerramos esta cobertura com as duas últimas fotos do evento. Espero que gostem e que possamos estar juntos no próximo Exercício Cruzeiro do Sul.

FOTOS INÉDITAS, MONTAGENS E WALLPAPERS, DO CRUZEX 2013 SERÃO PUBLICADAS EM www.FOTOSLIVRES.com, BEM COMO SOBRE OUTROS TEMAS E, SEMPRE LIVRES PARA TODOS OS TIPOS DE USO !!!


Fotos: Geovanne Pinheiro 
Alguns direitos reservados!

JÁ PASSOU UM MÊS

O CRUZEX 2013 terminou há um mês e até hoje não soubemos quem abateu quem e em que taxa (lógico que para nós, meros espectadores, isto seria importante ou, no mínimo, interessante). Para os participantes o que mais interessa é o como foi feito e, principalmente para quem foi atingido, como agir para não ser mais acertado.
Abaixo segue a descrição do SHOT VALIDATION:

Shot Validation é novidade na CRUZEX Flight 2013



O exercício é uma simulação. Nenhuma aeronave leva armamentos e, após cada missão, todos os “aliados” e “inimigos” pousam em segurança. Neste cenário, saber quem “lançou” seus mísseis com sucesso – e “derrubou” seus oponentes - é um desafio à parte na CRUZEX Flight 2013. É aí que entram os militares da chamada “célula de shot validation”, o grupo responsável por unir todos os dados possíveis para que, diariamente, cada piloto possa saber os resultados dos combates. O shot validation é mais que simplesmente determinar quem “atingiu” quem. Após os voos, os pilotos podem assistir a uma animação onde é possível ver onde as aeronaves estavam segundo a segundo, bem como todos os lançamentos simulados de mísseis. Quem acertou sabe exatamente como isso aconteceu. Quem foi atingido também pode aprender com seus próprios erros. Quem explica a metodologia é o Capitão Diego Geraldo, um dos responsáveis por reunir todas  as informações necessárias para a validação dos disparos. “A avaliação numa operação do porte da CRUZEX não pode se resumir apenas à análise da própria aeronave, pois o piloto dispara e se retira, muitas vezes, sem tempo de ver a reação da outra aeronave”, diz.



O processo funciona da seguinte forma: durante os combates, uma equipe de pilotos de caça dentro do Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA III), em Recife, monitora os movimentos das aeronaves com o uso da rede de radares da região. Isso já permite fazer a validação inicial dos disparos. Depois do pouso, os dados são cruzados com informações coletadas a partir dos sistemas de bordo das aeronaves e de equipamentos de GPS levados a bordo das aeronaves. No solo, todos os pilotos que voaram reúnem-se para avaliar a missão. Eles assistem a uma animação que recria cada momento da ação com base em todos os dados recolhidos. Como em um videogame, é possível ver na tela onde cada avião estava a cada momento, bem como sua altitude e a trajetória dos “disparos”. A visão global também permite uma análise tática completa: é possível ver como cada esquadrilha atuou taticamente, incluindo aquelas formadas por helicópteros ou aeronaves de transporte que lançam paraquedistas.

Por meio do shot validation foi possível, por exemplo, notar que em determinado voo um F-16 perseguiu um caça F-5 e, concentrado no seu alvo, não percebeu ter sobrevoado quatro turboélices C-130 Hércules, que poderiam ter sido abatidos com facilidade. Já em outra missão,  foi a vez de uma dupla de F-16 traçar uma rota totalmente diferente e surpreender as aeronaves de ataque.  Enquanto isso, vê-se os helicópteros protegidos por caças, que impedem a aproximação do “inimigo”.


Até a CRUZEX 2010, não era assim. O resultado dos combates aéreos era definido pelo desempenho das aeronaves envolvidas, pelo contexto da missão e, é claro, pela velocidade com que os pilotos afirmavam “eu atirei primeiro”. De acordo com o Capitão Diego, nenhum desses fatores pode determinar com precisão quem foi abatido, em especial num cenário de atuação simultânea de diversas aeronaves, em altitudes e velocidades variadas. "Antes do shot validation, ficávamos limitados a isso: cada um conseguia fazer sua própria análise e a validaçào era feita de forma muito incipiente", garante.

(FONTE E FOTOS: FAB)

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O ÚLTIMO DO ÚLTIMO !

No cair da noite pousa o último caça encerrando, assim, o Exercício Cruzeiro do Sul 2013 !!!

Curtam o pouso do CRUZEX FLIGHT no detalhe:




Fotos: Geovanne Pinheiro 
Alguns direitos reservados!

terça-feira, 26 de novembro de 2013

O PRIMEIRO AINDA VOA!

Apos 41 anos de vida, o F-5E 1417 continua na ativa!

"No dia 11 de agosto de 1972 o primeiro F-5E produzido pela Northrop voou pela primeira vez. Era o início do programa de ensaios da aeronave, conduzido na Base Aérea de Edwards. Exibindo a matrícula norte-americana 71-1417, o aparelho foi inicialmente apresentado nas instalações Hawthorne em 23 de junho daquele ano.
Em 1988 a FAB adquiriu um lote de 22 caças F-5E usados da USAF (além de outos quatro F-5F). Estas aeronaves pertenciam aos esquadrões “Aggressors” baseados em Willians AFB e Nellis AFB. Os aviões estavam entre os F-5E mais antigos do mundo, sendo que 15 deles faziam parte do primeiro lote de 30 unidades produzido pela Northrop. Um deles era exatamente o 1417. No Brasil, o 1417 recebeu a matrícula FAB-4856."
Fonte: Poder Aéreo
Pois bem, o quarentão F-5E 1417, digo, F-5EM 4856, ainda está na ativa.

Cerimônia de entrega do 1º F-5EM a FAB no dia 21 de setembro de 2005 na Base Aérea de Canoas. Fato registrado pela ALIDE!

Foi uma grata satisfação registrar que realmente o 4856 ainda está operacional durante o CRUZEX 2301!


Fotos: Geovanne Pinheiro 
Alguns direitos reservados!